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kbssapolaco — 16-07-2008 GTM -3 @ 20:31

RADIOLA de FICHA novo formato....

Correrias a parte, não ta sobrando tempo como antes... porqueserá/

Anywho... (?)

Simplesmente não da pra escolher um lançamento só...

Entón vamos passando por algumas das coisas mais legais que sairam a pouco tempo.

Pra começar, Bob Mould - Disrict Line front_tb.jpg

Ex-frontman do Hüsker Dü. Lançou a bem pouco tempo atrás mas ainda não tem em terras brazillis; Mas tem no torrent.
O disco é bem legal.Um Powerpop bem trampado com uns riffs consistentes e aquele mesmo vocal marcante da década de 90.
Lembra um pouco o Foo Fighters dos tempos de Learn To Fly só que menos feliz. Muitas vezes Bob Mould da até umas escorregadas pro folk. Vale uma ouvidinha nomenemo!]

Glasto

Maior festival do mundo!!!! Sim, todas as favoritas da vez estavam lá. Foi uma festa bonita, cheia de lama e de shows fodas.
Eu escutei alguns show e a qualidade do som é mais do que impressionate. Todos devidamentes bootlegueados por nossos amigos britânicos (Thanx a lot!).

The Gossip muito mais legal ao vivo do que no estúdio, sem nenhuma sombra de duvida. Podiam trocar o pista-a-pista pela boa e velha gravação ao vivo PRA SEMPRE.

The Fratellis levando a platéia ao delírio, que canta em uníssono o show todo. O Panic! at the Disco também superou as expectativas de todos. Grande melhora desde a ultima gravação ao vivo que eu ouvi dos caras (ta, ta legal, ja faz um tempinho).

Raconteurs foda bagaraleo também. Rockão daqueles levanta difunto. Guitarras distorcidas ressoando pra tudo que é lado, cozinha intensa e um trampo de vocais que é pelo menos esmerado. Chutando o pau da barraca. E com vontade!

Mas os melhores da seleta foram com toda a certeza os malucos do Massive Attack. Arrancaram urros da platéia durante todo o show. A performance dos caras é hipnótica. Trip-hop-dub-rock-hip-beat-amigo-da-Sinnead O' Connor. Que aliás participa do set. Vale muito a pena!

Beck - Modern Guilt front_tb1.jpg

Olha lá rapaz... Esse foi a alegria da semana. Pra quem ja curtia o som do cara é fácil de gostar. Pop-mistureba de sempre mas com uma produção muito absurda. Beck ispiradasso.
Quem sabe esse não livra a nossa cara e vende mais que o Coldplay? (TOMARA DEUS! Coldplay disco do ano não tem condição...)
Destaque para a contagiante faixa-título e o bootleg dançante Youthless. A minha favorita é Replica. Ela tem uma harmonia praticamente líquida, vai escorrendo pelo fone até a cabeça... DISCO DO ANO pra ele. Agora vai!

The Cure - Sleep When I'm Dead/Down Under

Ai sim. Grande lançamento da semana. Três dias atrás apenas.
The cure em compacto com duas faixas inéditas que mui provavelmente vá sair em viníl (bom para os aficcionados de plantão).
Duas faixas que mostram um Cure bem diferente do último album (The Cure de 2004)
A primeira é bem de pista e lembra bem a fase The Top. Talvez a coisa mais dançante que a mente perturbada de Robert Smith já produziu.
Down Under carrega consigo aquele desespero claustrofóbico da fase Wish ou talvez até um pouco antes. No primeiro minuta a música parece feliz. Até que o clima soturno dos teclados vai apertando o seu coração e deixando sem ar. (Sério? tudo isso?) SériomesmoCARA.
Baixem escutem agarrem capturem.

CSS - Donkey
css-donkey-2008_tb.jpg

Já vazou é tudo nosso. Mas veja só... Por mais que me doa dizer isso, eles melhoraram. E melhoraram muito.
O inglês macarrônico da Lovefoxxx e aquele teclado SAFADO praticamente despareceram. Agora ta mais pra Metric do que pra CSS, ou seja, um passo a frente foi dado. O tom de brincadeira insuportável também foi embora. Cortesia do time Adriano Cintra/Mark "Spike" Stent. O segundo já tendo trabalhado com o Radiohead e Björk.
Escutar não mata e não custa nada...

Sigur Ros - Með suð í eyrum við spilum endalaust
sigur-ros_tb.jpg
O impronunciável lançamento direto dos confins da fria e úmida Islândia.
Sigur Ros mostra seu pós-rock seguro de si em uma roupagem bem mais acessível ao grande público.
O quarteto traz nas 11 faixas uma cara um pouco mais pop e mais intensa pro seu som. Canções como o single Gobbledigook e a seguinte Inní Mér Syngur Vitleysigur são incríveis. É como uma porta auditiva para os confins do ártico. As ambientações continuam sendo o forte do quarteto que chegou ao seu sexto álbum sem parar de adicionar novas influências e ideias ao caldeirão do seu som. 5 estrelas!

Fora isso meninos... Três indicações aleatórias.

1º - Electroma do Daft Punk - DVD e Piração surrealista dos caras do Daft. Eu diria que é o 2001 dos Dj's Robôs! Vale a pena conferir.

2º - The Eye (1984) do Kukl - kukl-_the-eye_tb.jpgQuer ouvir a Björk gritando igual uma louca? agora você pode. Disco de uma das maiores bandas do pós-punk islandês. Fora de catálogo.

3º - Voice of Reaso do Quadracover_tb.jpg - Pesado. Psytrance Pesado mesmo. Graves de pegar pelo pescoço. Indo bem p/ linha groove do Save the Robot, que também produz.







19 * Adele

kbssapolaco — 27-06-2008 GTM -3 @ 00:25

adele-19-front.jpg

Antes de mais nada

Começo tendo que dizer que esse disco não tem nada de novo. Foi lançado em janeiro desse ano pela gravadora XL. Atingiu o topo das paradas inglesas na semana de lançamento e deixou uma bela impressão causada neste que vos fala, deixando-me a reclamar que não coloquei minhas mãos sempre muito bem intencionadas nesse bom disco antes

Sempre a mesma estória

Álbum de estréia que chega ao primeiro lugar sempre impressiona, mesmo isso não sendo mais tããããão incomun nesses dias cinzentos em que vivemos. Mesmo assim, atingir o topo da lista Billboard, que continua sendo o melhor indicador de popularidade entre as bandas ( sorte de uns, azar de outros ), continua sendo um feito que poucos artistas atingem.

E 19 , debut da jovem cantora inglesa Adele chegou ao topo do chart britânico deixando a mídia da terra da rainha de cabelos em pé. O fuzuê foi armado depois que começaram todos a chamá-la de nova Amy , em uma vã comparação pelos seguintes fatos: Ambas estudaram na BRIT school, uma das mais renomadas escolas de arte de Londres. O timbre de Adele muitas vezes lembra o de Amy e ambas foram nº 1 com os discos de estréia.

Agora, em defesa da moça, é preciso dizer. Adele tem uma coisa essencial que Amy não tem: Cabeça no lugar.

19 per se

Daydreamer abre o disco pra deixar bem claro que afinação e potência vocal são os pontos forte da cantora. Com um belo arranjo de violão, muito simples, deixa sua vóz tomar conta da harmonia.

A segunda faixa, Best for Last , tem um fraseado quase a cappella que deságua em um animado refrão com bons backings, encaixados perfeitamente no baixo marcante.

O single e verdadeiro dono do primeiro lugar no chart é Chasing Pavement que além da bela letra (Should i give up?/ or should i just keep chasing paviment/ even if it leads nowhere...) tem uma linha de violinos perfeita e um carisma que só não é maior que o brilho de seus olhos azuis no videoclipe.

A banda da moça começa a aparecer na faixa seguinte: Cold Shoulder tem uma levada contagiante e mais cordas pra suavizar a boa linha de batera.

Crazy for you mostra uns agudos que botam a Amy NO BOLSO (pra semear a discórdia) e abre caminho para mais uma bela letra da compositora Melt my heart to stone e para First love que na minha opinião seria perfeita para ninar até um berçário inteiro.

Difícil é descrever o que acontece com a oitava faixa Right as Rain . Tem um riff de órgon que da um clima setentista pra uma levada que tem um pézinho ,tamanho 42, na bossa nova. Candidata a hit.

Tem ainda My same que viaja em groove que horas é jazz, horas é pop. Tired tem um linha de baixo certeira e uns efeitos em cima da batera.

Hometown Glory fecha o álbum da nova queridinha da Grã-Bretanha que assinou com a gravadora apenas 4 meses depois de se formar na mais importante escola de música de todo o reino unido.

Agora tem que ter perna...

Adele disse, em entrevista ao site da Billboard, que não quer ser considerada nada mais do que cantora e por isso não tinha medo da tal da Sophomore Curse (algo como a "maldição do segundo disco") que sempre acompanha a espera pelos segundos discos de artistas que foram ao topo com o debut.

Vendo por este lado, pra mim já basta que ela passe de "menininha com vozeirão" para "Jovem Senhora com vozeirão" sem passar pelo marketing barato montado sobre o caso de Amy.

Download.

19

Video - Chasing Pavements

The Red Album * Weezer

kbssapolaco — 04-06-2008 GTM -3 @ 21:25

Weezer - Weezer

Amadadurecidos e satisfeitos

Formado no começo da década de 90 o Weezer é uma banda que sempre atraiu as atenções de um público variado. Os timbres pesados das guitarras unidos às belas melodias e letras de Rivers Cuomo dão à banda um leque de fãs maior do que outras bandas da cena onde está colocada.

Os grandes Hits da banda porém, como "Hash Pipe", "Buddy Holly", "island in the sun" e "beverly hills", não estagnaram o processo criativo da banda, que continua a produzir rock da melhor qualidade, sem apelar pra pieguisse do assim chamado indie rock.

Era difícil imaginar que depois de Make Believe, que foi disco de ouro, o Weezer fosse lançar um disco como esse.

Muito mais energético que seu antecessor, The Red Album vem mostrar que a personalidade e a originalidade que os fêz famosos não foram deixadas de lado.

As faixas

"Troublemaker" abre o disco com muita energia seguida de "the greatest man that ever lived" com um coral muito afinado e aquela levada inconfundível do quarteto e com agudos impressionates de Cuomo.

O primeiro single, "Pork and Beans", que chegou ao primeiro lugar na lista rock da Billboard na semana de lançamento do álbum pela primeira vez desde o disco Maladroit.

Destaque para o baterista, Pat Wilson, muito afiado principalmente na balada "heart songs" e na suingada e cheia de vontade "everybody get dangerous" que lembra as levadas de bandas como Sugar Ray e Incubus, mas sem deixar de soar original. Sem falar na empolgante "automatic", que saiu préviamente na trilha do jogo "Grand Turismo 5: The Prologue" e que tem Pat nos vocais.

O disco ainda tem uma música cantada por cada um dos outros membros da banda. O guitarrista Brian Bell assume os vocais no cover de sua outra banda, The Relationship, "Thought i Knew". E Scott Shriner, baixista, canta a bem ambientada "Cold Dark World" repleta de belas guitarras e efeitos.
A melancólica "the angel and the one" bota um ponto final no sexto disco do quarteto de Los Angeles que mostra que mesmo depois de mais de 17 anos de existência, o Weezer ainda tem muito gás pra dar e muita coisa pra dizer.

The Red Album pontua o momento na carreira do grupo e dá margem para esperança para os novos lançamentos da banda. Que venham ainda muitos discos homônimos do Weezer para animar ainda muitas festinhas como o "blue album" e o "green album" fizeram na década passada.

A simplicidade à casa torna

A produção, assinada por Rick Rubin ( que já foi considerado pela MTV norte americana o produtor mais importante dos últimos 20 anos, foi Dj dos Beastie Boys, criador do selo DEFJAM RECORDS e produziu discos clássicos do rock como o "South of Heaven" do Slayer e "Blood Sugar Sex Magic" do Red Hot Chilli Peppers) e Garett "jacknife" Lee ( ganhador do Grammy e produtor de bandas como U2, Greem Day, R.E.M e Bloc Party) é muito limpa e mesmo assim não torna o disco clean. As guitarras barulhentas não perdem potência nem mesmo nas baladas do disco.
A co-produção da banda foi eficaz o suficiente para manter-se a cara do som que fez tantos fãs felizes por mais de 10 anos.

A simplicidade compensou no terceiro disco homônimo da banda. Parece mesmo que quando se trata de rock alternativo, por assim dizer, menos é sempre mais. Muito Bom.

Download:

Weezer - The Red Album (Torrent)

Ouça também:

Alone: the home recordings of Rivers Cuomo (Torrent)

Single - Pork and Beans

It won´t be soon before gone * Maroon 5

kbssapolaco — 30-05-2007 GTM -3 @ 21:01

maroon-5-it-wont-be-soon-before-long-front.jpg

O Marron 5 é uma banda que divide bastante as opiniões de todo mundo. É muito difícil escutar um CD dos caras e não gostar das levadinhas e da sonoridade deles.
A banda que nasceu das garagens de Brentwood, começou grunge, estourou com o com o "Songs About Jane" de 2002 e fez milhares de garotas de quinze anos se descabelarem por "This Love" e "She Will Be Loved".
Apesar de toda a fanfarra estudantil e do "frenesi" que surgiu ao redor da banda, "Songs About Jane" tem uma pegada funkeada em quase todos as faixas que o torna muitíssimo interessante. Você percebe na guitarra James Valentine riffs tirados certamente de um LP da Motown e na voz de Adam Levine aquele "sustain" que faz falta no pop de hoje.
Assim sendo conceberam seu quarto rebento, lançado dia 22 de maio pela A&M/Octane, "It Won´t Be Soon Before Gone" que mostra novamente o balanço de seu lado groove e a competencia de seus instrumentistas.
Nas quatro primeiras faixas pode-se sentir o poder de fogo desse quinteto que veio muito mais afiado e técnico para esse albúm. "If i never see your face again" vem com aquela pegada já conhecida e é seguida de "Makes me wonder", a mais dançante do album, que te leva de volta aos anos 70, swing funk e levada pop.
Mas é na faixa "little of your time" que a banda mostra que funciona como um relógio. Backings muito bem colocados, violão que não soa brega e uma linha de guitarras no melhor estilo The Hives.
Porém quando "wake up call" termina começa a chateação. "Won´t go home whithout you" com sua guitarra chupada do The Police e "Nothing lasts forever" desanimam qualquer um. As duas baladinhas "tema-fixo" abrem caminho para "Can´t Stop" que traz a animação de volta com mais uma levada mecânica que deixa um pouco de lado o groove marcado e parte mais para o lado do pop rock. E de bom MESMO é só isso. Tem ainda um refrão bem setentista em "Kiwi" a harmonia Hip Hop de "Infatuation" que valem a pena. Fora isso...

Mas e a banda!?

A banda toca com perfeição; Não tem nenhum acorde fora do lugar nas baladas e nenhuma apelação nas agitadas. A produção do disco é impecável e deu uma grande lapidada na sonoridade do quinteto. Vale também mencionar o gosto adquirido pelo quinteto por acordes dissonantes em suas bases, recurso esse que é muito constante nesse disco e nem por isso abusivo. Estão muito bem encaixados e distribuidos em muitas das 13 faixas de "It Won't Be Soon Before Long"

Melhor que o "Songs About Jane"?

Sendo bem direto? NÃO!
O albúm de 2002 tem uma coisa que esse não tem. A novidade. Agora todo mundo sabe como o Maroon 5 toca e fiquei decepcionado pela repetição da fórmula. Duas guitarras mais rock não são novidade o suficiente para o que eu estava esperando.

E por fim...

Quem é fã vai gostar sim. Agora, se você não curte o som dos caras eu sugiro que tente o "debut" primeiro. Muito mais chance de descobrir algo do que gosta do que nesse.

Downloads:


It won´t be soon before gone
(Torrent)

Songs About Jane (Torrent)

The Hives - Your New Favorite Band

Single

Maroon 5 - Makes me wonder


The Reminder * Feist

kbssapolaco — 19-05-2007 GTM -3 @ 21:51

Logo de cara...

feist-the-reminder.jpg

Confesso que esse lançamento me pegou de de surpresa. E pegou bem em cheio...
Trata-se do terceiro (ou quarto se preferirem) cd solo da cantora de Calgary que abriu paraos ramones com sua banda Punk, que a deixou sem cantar por acabar com suas cordas vocais. Tocou guitarra com o By Divine Right enquanto se trancava no seu porão em Toronto para gravar seu primeiro disco solo contrariando todo e qualquer diagnóstico médico. Depois atravessou o atlântico e mudou-se para a Alemanha com a queridinha da cena Indie/Alternativa do Canadá Peaches e com ela manteve projeto BITCH LAP LAP em Berlim. Foi parceira da Peaches na turnê de seu disco

clássico "The Teaches of Peaches" e ainda encontrou tempo para tocar com o Broken Social Scene,que as "multidões" Indies do Canadá cultuam até hoje.
Mas, focando mais na sua carreira solo, o verdadeiro debut de Feist foi seu disco "Let It Die" lançado em 2004 e produzido por Chilly Gonzales, mc e produtor de hip hop e eletro do canadá. Sempre contribuindo com as cantoras canadenses como a propria Peaches. Nesse album, Feist soa segura, a vontade e brincando com todas as suas influencias, sempre sendo o mais direta possível. Bom para se ouvir em dias de chuva. Em 2006 saiu mais um fruto da parceria Feist & Gonzáles. Open season veio com 13 versões de musicas do "Let it Die" e 2 inéditas.

O Novo Álbum...

Lançado nos EUA no dia 1º de maio pela Cherrytree/Interscope, "The Reminder" vem muito mais maduro, mais trabalhado e mais inteligente que seu predecessor mas sem perder a identidede criada por "Let It Die". Tanto é que a primeira faixa "So Sorry" começa tão segura e a vontade como a faixa 1 do primeiro disco "Gatekeeper".
Mas é na segunda faixa " I Feel It All" é que já se pode sentir a produção, novamente, impecável de Chilly Gonzáles com os teclados muito bem colocados e e os efeitos ambientando perfeitamente as musicas. Outros bons exemplos dessa ambientação são "The Park" e "The Water".
"I Feel It All" que também traz de volta as influencias do Indie Rock e do Folk como em "My Moon My Man", "Past In Present" e "Sea Lion Woman" que está mais perdida entre os anos 70 e 80 do que qualquer outra coisa no mundo.
A herança do "Let It Die" está marcada nas músicas "One Two Three Four" ( hit instantâneo de muita qualidade), "Brandy Alexander" ( que tem uma levada muito boa e um piano Classe A) e "Intuition"que tem uma melodia muito foda.
Minha maior surpresa foi com certeza a faixa 12 "Honey Honey" Que começa com um teclado que soa como trilha de jgo de Video-Game 16 Bits e desemboca numa harmonia bem viajada e densa só com o teclado, violão e vozes. Muito boa.

Comparação Inevitável....

Só o simples fato de uma cantora do Canadá aparecer para o mundo já é o suficiente para começarem as comparações com a filha pródiga da terra da Real Guarda Montada, Alanis Morissette, mesmo tratando-se de duas propostas completamente opostas. Mas as duas tem algumas características bem parecidas. As vozes das duas são inconfundiveis, as duas são cantoras/compositoras/instrumetistas mas para por ai. Feist vai por uma linha muito mais trabalhada, com influências mais variadas e flertes constantes com estilos muito diferentes. Esse é o principal diferencial e o fator que mais encanta em Leslie Feist. A habilidade de ter pelo menos 1 elemento em cada música que faz você parar para escutar.

Finalmente...

Grande produção de Chilly Gonzáles, grande momento da cantora, canções muito bem escritas e letras diretas e honestas. É tudo que um Indie canadense precisa para ser feliz, e tudo o que você precisa num dia frio em casa. Nota 10 para Feist e seu " The Reminder"

Mais sobre Feist:

Site: http://www.listentofeist.com
The Reminder : http://www.mininova.org/tor/636818 (torrent)
Let It Die: http://www.mininova.org/tor/593806 (torrent)

Referencias:

Peaches - Teaches Of Peaches -

http://www.snarf-it.org/viewTorrent/671931-Peaches_-_The_Teaches_of_Peaches-LP2002-kW.html (torrent)

Broken Social Scene - Discografia
http://www.mininova.org/tor/166496 (torrent)


My Moon My Man

Apresentando...

kbssapolaco — 11-05-2007 GTM -3 @ 23:25

Finalmente...
Um lugar para ler sobre musica apenas pela musica...
Aceito sugestões, lançamentos e etc...

Colaborem... PELAMORDEDEUS!!!

Radiola de Ficha...